Arquivo de: jun.2010


Oração do administrador

“Senhor, diante das organizações devo ter consciência de minhas responsabilidades como Administrador.

Reconheço minhas limitações, mas, humildimente, junto com meus companheiros de trabalho busco o consenso para alcançar a solução e tornar o trabalho menos penoso e mais produtivo.

Senhor, despido de egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão da minha escolha profissional.

Senhor, administre o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar as organizações cada vez melhores e mais humanas.”

Essa foi mais uma oração da série profissões, em breve teremos mais!

A Oração do Médico

Ó Mestre,

Eu te agradeço porque me entregaste a missão de excercer a medicina, restituir a alegria de viver às pessoas que me são confiadas a qualquer hora, momento e lugar.

Ofereço-te a minha vocação de servir a sociedade como instrumento de tua providência.

Grandes são os avanços da ciência, mas também são inúmeros os desafios à limitação humana que exige de mim seriedade, equilíbrio, sabedoria e fidelidade ao juramento que fiz.

Ó Deus da vida! Ilumina-me e faça de mim um mensageiro de misericórdia e esperança.

Que no final de cada jornada eu possa celebrar o renascer da vida fruto do trabalho e entregar-te às situações da minha limitação quando não tiver êxito.

Senhor, que vieste trazer vida e vida em abundância, torna-me intrumento de tua misericórdia.

Amém

O Terço Bizantino é pois de uma riqueza espiritual muito grande. Para torná-lo mais acessível ao nosso modo ocidental de pensar e rezar foi feito uma adaptação ao Terço de Nossa Senhora, embora ele continue sendo um modo de pensar e rezar Bizantino. O fato de repertimos várias vezes mesma Jaculatória (oração curta e fervorosa), faz com que a nossa mente seja envolvida por aquilo que estamos falando, uma possibilidade nova e verdadeira de oração em nosso dia-a-dia, onde sem interrompermos nossas atividades, possamos nos manter ligados ao nosso Deus de Amor, bloqueando todas as possíveis interferências negativas e pecadoras.

Típico Terço Bizantino

Típico Terço Bizantino

Estas Jaculatórias são algumas das muitas que você poderá “orar”.

  • Senhor Jesus eu te amo e confio em vós;
  • Senhor Jesus que eu possa neste dia mais e mais me apaixonar pelo Senhor;
  • Senhor Jesus Cristo misericórdia de mim ou (minha família);
  • Senhor Jesus Cristo derrama sobre mim teu espírito, muito mais que eu imagino e possa pedir;
  • Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a vós;
  • Obrigado Jesus, pela nossa saúde Espiritual, Psicológica e física;
  • Senhor Jesus Cristo, eu não entendo mais te Louvo, sempre…

Que você também se apaixone, não somente pelo Terço Bizantino, mais principalmente através dele por Jesus Cristo, que é o sentido único e verdadeiro de nossa vida, e que Maria Mãe das Mães, na sua solicitude materna nos ensine a orar como convém, na simplicidade e no AMOR.

(Veja a primeira parte…)

Sua pregação atraía muitas pessoas impressionadas pelas suas palavras e pelo seu exemplo de vida austera. O próprio Evangelho diz que ele vestia rude pele de camelo e alimentava-se com gafanhotos e mel silvestre.

João, em sua pregação, descreve, com figuras apocalípticas, o juízo iminente de Deus e exorta a todos à penitência dos pecados como única forma de escapar  da ira de Deus. Ao ver muitos fariseus e saduceus, que vinham para serem batizados, disse-lhes: “Raça de víboras, quem vos ensinou a escapar da ira iminente? Fazei, portanto, frutos dignos de conversão e não julgueis que vos basta dizer: ‘Temos por pai Abraão’, pois vos asseguro que Deus tem o poder de suscitar destas pedras verdadeiros filhos de Abraão. O machado está posto à raiz das árvores e toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada ao fogo” (Mt 3,7)

João Batista teve a sorte de batizar o próprio Cristo, embora protestasse ser indigno de desatar-lhe as sandálias. Ele apresentou oficialmente Cristo ao povo como Messias, com estas palavras: “Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo… Ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo” (Mt 3,11)

Detalhe para a imagem de São João Batista

Detalhe para a imagem de São João Batista

João morreu mártir pela fidelidade à sua missão de profeta, em denunciar publicamente o adultério de Herodes, que vivia em forma escandalosa com sua cunhada Herodíades. João foi preso, encarcerado na fortaleza de Maqueronte e, mais tarde, degolado a pedido da esposa adulterina de Herodes. Seus discípulos recolheram o corpo e lhe deram honrada sepultura.

O maior elogio dado a São João foi o de Jesus que o definiu: “Ele é mais do que um profeta. Jamais surgiu entre os nascidos de mulher alguém maior que João Batista. Contudo, o menor no Reino de Deus é maior do que ele” (Mt 11,11). João, de fato, pertence ao Antigo Testamento e nós ao Novo. Quem viver plenamente a redenção que nos vem de Cristo, já é maior, pela graça, que o profeta João!

Fonte: Dom Servilio Conti, O Santo do Dia, 4ª edição,  Petrópolis, Ed. Vozes, 1990, p. 274.

Poucos santos foram e são tão populares em todo o mundo cristão como São João Batista. Cantos, danças folclóricas, fogueiras e quadrilhas, foguetes além de procissões e mastros, são os aspectos típicos da festa de João Batista.

Ele é o único santo, além de Nossa Senhora, em que se festeja o nascimento, porque a Igreja vê nele a prenunciação do Natal de Cristo.

Os evangelistas apresentam com todo rigor a figura de João como precursor do Messias. Seu nascimento e missão foram anunciados pelo Anjo Gabriel ao pai Zacarias (Lc 1,5-25). Na circuncisão ele recebeu, por inspiração divina, o nome de João. Ele era seis meses mais velho do que Jesus, mas iniciou sua pregração pública à beira do rio Jordão, alguns anos antes de Cristo dar início a própria missão.

O evangelista São Lucas assim resume a infância de João: “O menino foi crescendo e fortificava-se em espírito, e viveu nos desertos até o dia em que se apresentou diante de Israel” (Lc 1,80).

Há autores que dizem que João se teria unido à seita dos essênios, tipo de monges rigoristas que viviam no deserto à beira do rio Jordão ou do Mar Morto, em forma comunitária, entregues à oração e à penitência.

O evangelho apresenta João Batista por ocasião do batismo de Jesus.

Com palavras incisivas e vibrantes, pregava a necessidade da conversão e do batismo de penitência. Suas palavras eram duras e veementes. Insitia com rigor na necessidade do fiel cumprimento dos deveres de estado. Argumentava com a proximidade da vinda do Messias prometido e tão esperado.

A originalidade desse profeta era o convite a receber a ablução com água no rio Jordão, prática chamada de batismo, e daí o apelido de Batista.

(continua no próximo post)

Fonte: Dom Servilio Conti, O Santo do Dia, 4ª edição,  Petrópolis, Ed. Vozes, 1990, p. 272.

(veja a 2ª Parte)

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